Depoimentos e Participações
Jair M. Bolsonaro
38º Presidente da República Federativa do Brasil
Em tempos de incerteza e desafios, tomar decisões rápidas e assertivas é mais importante do que nunca. Marcus Almeida nos apresenta, de forma clara e objetiva, um caminho para simplificar o complexo. Este livro é uma ferramenta indispensável para líderes que buscam fortalecer suas organizações e enfrentar adversidades com coragem e estratégia. Leitura obrigatória para quem deseja fazer a diferença
Gen Ex Vilas Boas
Comandante do Exército Brasileiro de 5 de fev. 2015 a 11 de jan. de 2019.
Ninguém é universal se não amar a própria aldeia (João Paulo II).
O papa nos proporciona, em uma concisa linha, uma completa descrição. Com sutileza e sentido abrangente, o pontífice resumiu todas as circunstâncias que envolvem a simplicidade, desde a pessoa dele próprio até os ambientes em que pode exercer alguma influência.
Em 13 maio de 1981, o papa João Paulo II foi baleado duas vezes enquanto entrava na Praça de São Pedro. O autor dos disparos foi um terrorista turco, Mehmet Ali Ağca. A partir de então, poderia ter tirado proveito, para si ou em benefício de seu pontificado, mas praticou atos de bondade.
Na sua primeira aparição, disse, ainda com voz titubeante: “Tentaram matar o papa.” Numa região em que conflitos se estendem por séculos, há falta de compaixão e espírito de vingança, sementes da guerra que florescem rapidamente. Há acontecimentos recentes ainda em andamento em todos os continentes.
Contudo, nem mesmo a simplicidade é absoluta: há armadilhas intencionais, ou extravasando a tendência natural, até de forma instintiva. Outro fenômeno que aparece de forma frequente é a vaidade da liderança, que está associado aos espíritos inseguros, que agem com ciúmes.
O papa, contrariando o senso comum, recebeu Mehmet Ali Ağca e o perdoou. Ato contínuo empreendeu gestões junto à justiça italiana para que também o indultasse.
Se a modéstia não florescer entre virtudes, criará um quadro de mediocridade e de insignificância.
As tecnologias modernas tendem a criar uma realidade que se sobrepõe à vida real. Nas apresentações, o uso de aplicativos induz um entendimento descolado, embora próximo do que assistência espera.
A evolução tecnológica aplicada nos sistemas para uso em apresentação está se transformando em armadilha, em que as vítimas costumam ser a objetividade e a clareza.
Um general americano, ao assumir o comando na guerra do Iraque, constatou que a realidade virtual estava tomando tempo em detrimento de medidas concretas. Deve ter se impacientado, porque proibiu que algumas ideias não poderiam ser apresentadas em mais do que duas transparências.
Acredito que no mundo corporativo civil se vive idêntico problema, porque é da natureza humana.
O Major Marcus Glauco reuniu experiências da bela carreira militar, e as colhidas no mundo civil, e com ineditismo nos brinda com um conteúdo precioso. Parabéns, me sinto orgulhoso.
Edmar Ferreira
Fundador da Coeus Ventures
A inteligência artificial (IA) melhora significativamente os processos de tomada de decisão ao permitir decisões mais rápidas, precisas e baseadas em dados em diversos setores.
Ao analisar vastas quantidades de dados e identificar padrões, os sistemas de IA podem fornecer insights que seriam difíceis, senão impossíveis, para os humanos discernirem rapidamente.
Essa capacidade está transformando setores como saúde, finanças, varejo e agricultura. Por exemplo, na saúde, sistemas de IA como o desenvolvido na Johns Hopkins podem prever o risco de sepse ao analisar dados de pacientes, permitindo intervenções oportunas.
No setor financeiro, os algoritmos de IA ajudam a avaliar riscos de crédito de forma mais objetiva, reduzindo vieses humanos e melhorando a equidade nas decisões de concessão de empréstimos.
Cid von der Goltz Ferreira
Risk and Compliance Expert
Em cenários de crise, a resiliência de um negócio depende da rapidez e precisão nas decisões, sem margem para erro.
Portanto, em situações complexas, o assessoramento adequado é imprescindível.
Hiba Kahil
Business Resilience Senior Manager at Ethara
We all face complex decisions in our personal and professional lives and these decisions can be overwhelming and costly if the less favorable option to a problem is chosen. To make the best decision in such situation, we need to make it simple.
How can we me make it simple? The answer is to follow a structured approach to help us understand the problem, identify the criteria, prioritize objectives and evaluate the possible options to choose the best one based on a systematic and logical process.
Augusto Alves
Gerente Security Pirelli Latam
O assessoramento assertivo é crucial para a tomada de decisão por várias razões:
1. Redução de erros: Decisões assertivas são baseadas em dados e análises detalhadas, o que minimiza a probabilidade de erros e prejuízos futuros; 2. Confiança e liderança: Líderes que tomam decisões assertivas demonstram confiança e se tornam modelos para suas equipes; 3. Alinhamento estratégico: Decisões assertivas garantem que as ações da empresa estejam alinhadas com os objetivos estratégicos, melhorando o posicionamento no mercado; e 4. Inteligência Competitiva: Utilizar dados e informações concretas para tomar decisões aumenta a inteligência competitiva da organização, permitindo que ela se destaque no mercado. Esses dados combinados ajudam a criar um ambiente de trabalho mais eficaz, onde as decisões são tomadas com base em informações sólidas e uma análise cuidadosa das opções disponíveis.
Daniel Fonte
CEO N2 Energy Capital
O assessoramento estratégico é essencial no ambiente corporativo atual. Ele oferece suporte aos líderes, fornecendo informações relevantes, análises detalhadas e feedback construtivo. A incerteza é inerente ao mundo corporativo, o assessoramento assertivo ajuda a reduzir essa incerteza ou eliminá-la, fornecendo insights baseados em dados e experiência, permitindo direcionar as decisões para que estejam alinhadas com a visão de futuro da empresa. Isso contribui para a sustentabilidade e crescimento contínuo. Em resumo, o assessoramento assertivo é um investimento valioso. Ele capacita os líderes a navegarem pelo cenário empresarial com confiança, tomando decisões que impulsionam o sucesso a longo prazo.
Farias Souza
CEO Board Academy
Caros leitores,
É com grande satisfação que apresento “TORNAR SIMPLES! O segredo das Decisões Complexas Estruturadas”, uma obra que promete ser um marco na literatura sobre tomada de decisão. Neste livro, Marcus Almeida nos oferece uma visão abrangente e profundamente prática sobre como lidar com as complexidades intrínsecas do ambiente corporativo atual e transformar desafios em oportunidades.
Vivemos em uma era marcada pela interdependência global e setorial, onde cada decisão tomada em um ponto específico pode ter repercussões significativas em diversas outras áreas. A capacidade de tomar decisões informadas e bem estruturadas é essencial para garantir a longevidade e o crescimento dos negócios. Este livro é um guia essencial para líderes e gestores que desejam aprimorar suas habilidades e adotar uma abordagem proativa na governança.
Marcus Almeida nos conduz através dos conceitos de simplicidade e estrutura na tomada de decisões, demonstrando que simplificar não é sinônimo de superficialidade, mas sim de clareza e eficácia. Em um mundo cada vez mais volátil e incerto, ser antifrágil – a capacidade de não apenas resistir aos choques, mas prosperar com eles – é uma qualidade indispensável para qualquer organização. O autor explora de maneira detalhada como as empresas podem desenvolver esta qualidade, transformando a complexidade em resultados positivos.
A criação de um “war room”, seja físico ou virtual, é uma das estratégias abordadas no livro. Este espaço é crucial para a análise estratégica e a tomada de decisões em momentos críticos. A habilidade de reunir informações precisas, avaliar diferentes perspectivas e tomar decisões rápidas e assertivas pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso em cenários de crise. A metodologia apresentada por Marcus enfatiza a importância de um ambiente onde a informação fluí livremente e a colaboração é incentivada.
A interdependência entre diferentes fatores e sistemas é outra área de foco crucial neste livro. Marcus nos mostra como a globalização e a conectividade aumentam a complexidade das decisões, exigindo uma visão holística e integrada. A abordagem proposta combina teoria e prática, oferecendo ferramentas e métodos para avaliar riscos, entender as interconexões e tomar decisões informadas que considerem tanto os impactos imediatos quanto os de longo prazo.
Um dos pontos altos deste livro é a sua capacidade de transformar conceitos complexos em práticas acessíveis e aplicáveis. Através de exemplos concretos e estudos de caso, Marcus ilustra como líderes e gestores podem aplicar as metodologias discutidas para melhorar suas práticas de governança e alcançar resultados sustentáveis. O livro também destaca a importância de um conselho bem estruturado, capaz de fornecer orientação estratégica e suporte nas decisões mais críticas.
“TORNAR SIMPLES!” é mais do que um manual de gestão; é um compêndio de sabedoria prática para o mundo dos negócios. Ele desafia os leitores a repensarem suas abordagens à tomada de decisão e a adotarem estratégias que promovam resiliência e adaptabilidade. Através de uma leitura envolvente e esclarecedora, os leitores serão equipados com as ferramentas necessárias para enfrentar as incertezas do futuro com confiança e determinação.
Convido todos a mergulharem nas páginas deste livro e a aproveitarem a oportunidade de aprender com um dos maiores especialistas em tomada de decisão. Ao final desta jornada, tenho certeza de que você estará mais preparado para transformar complexidade em simplicidade e desafios em conquistas.
Bem-vindo a esta jornada de conhecimento e transformação.
Lúcio Júnior
CEO do Open Mind Brazil
Em um cenário corporativo cada vez mais desafiador e interconectado, “TORNAR SIMPLES! O segredo das Decisões Complexas Estruturadas” de Marcus Almeida, um dos membros do Open Mind Brazil, surge como um manual indispensável. Este livro oferece ferramentas práticas e insights valiosos para CEOs e líderes empresariais que enfrentam a necessidade de decisões rápidas e eficazes. No Open Mind Brazil, acreditamos que o poder do networking e do compartilhamento de conhecimento entre líderes é essencial para transformar desafios em oportunidades. Marcus nos mostra que, com a abordagem correta, podemos simplificar a complexidade e alcançar resultados extraordinários.
Director Airport Operations Consulting, Changi Airports International
For crises where events are unfolding rapidly such as an aircraft crash, in addition to real time situation awareness, quick decisive actions are required.
You don’t have the luxury of consulting a committee. Hence, it is important that you train constantly for such an eventuality.
Eduardo Gagg
Diretor de Segurança Brinks
Ter assessoramento numa tomada de decisão é como ter olhos que enxergam por ângulos delineados pela experiência e conhecimento que entregam soluções não identificadas.
João Ricardo Corrêa Rodrigues
Especialista em operações especiais, segurança corporativa e gestão estratégica.
O assessoramento assertivo na tomada de decisões atua como uma ferramenta estratégica que alinha a consciência situacional à comunicação precisa, garantindo que informações críticas sejam transmitidas com clareza, confiabilidade e no momento exato. Esse assessoramento impacta diretamente na tomada de decisão ao trazer uma visão sistêmica e holística, capacitando o tomador de decisões a vislumbrar as consequências, impactos e reflexos futuros. Assim, torna-se essencial para a construção da resiliência organizacional, ao assegurar que cada escolha esteja em perfeita sintonia com os objetivos de longo prazo e contribua para a sustentabilidade e sucesso das operações.
Diego Serpa
Head of Corporate Security & BCP/CM Brazil at Colgate – Palmolive
Em cenários mais complexos em que decisões podem impactar severas responsabilidades ao Negócio, assessorar com informações e melhores caminhos, além de responsabilidade, requer maestria.
Vejo e escuto de meus Executivos, como é importante para eles contarem com a prudência, perícia e precisão de um profissional polímata, com coragem e equilíbrio, eles precisam confiar e ter profissionais assim em seus elencos.
Camel André de Godoy Farah
Sócio proprietário da LOGOS e especialista em Inteligência e gestão de crises
Um dos desafios das empresas na atualidade envolve a proteção ao negócio em situações de crise institucional.
São situações complexas que vão além da instalação de um gabinete de crise, requerem assessoramento especializado e um sistema de gestão de crises que atue desde o tempo de normalidade, elevando o nível de prontidão empresarial.
Ana Flavia Bello
Mestre em Administração Estratégica e consultora em Gestão e Comunicação de Crise.
Momentos de crise acontecem em contextos complexos, de alta pressão e exigem dos líderes decisões rápidas e eficazes. Um assessoramento assertivo, com dados confiáveis e análises claras é imperativo para que a liderança tome decisões bem fundamentadas, minimizando erros e consequente agravamento da crise.
Adicionalmente, ao explorar diferentes cenários com visão ampla e estratégica, o bom assessoramento facilita aos líderes encontrar soluções inovadoras que ajudam a organização a adaptar-se mais rapidamente às novas realidades impostas pela crise, aprimorando sua resiliência ao longo do tempo.
Luiz Fernando Kasprik
Chief Growth Officer da Edgenet | Conectividade Segura e Inteligente . Economista com mais de 25 anos de atuação na área de TI. Conselheiro e Sócio da DISRUPT-CT
Primeiramente, quero congratular Marcus Almeida por abordar um tema tão complexo de forma brilhante e inteligível. Apesar de enfrentar crises diárias em minha carreira, não compreendia verdadeiramente o que significa ter consciência situacional verdadeira, real e, principalmente, tangível.
Mergulhado em decisões de alta complexidade, sempre enfrentei os “leões da disrupção” sem ferramentas adequadas, o que, como mencionado no texto, me levou a tomar decisões que mais tarde se mostraram pouco eficientes. Reconhecer a si mesmo e a todos os membros da equipe em suas melhores qualidades e oportunidades é um clichê na gestão, mas agora percebo que nem sempre o fiz de forma imparcial e organizada. Em várias oportunidades, me mantive na minha “zona de conforto”, o que gerou as piores decisões. Desapegar-se da “zona de conforto” requer muita coragem inicialmente e, nos dias de hoje, só é possível com instrumentos que nos permitam, de forma pessoal, encontrar um novo conforto. Nesse sentido, os SADs (Sistemas de Apoio à Decisão) são o instrumento mais reconfortante para nos levar ao lugar mais favorável durante crises, policrises e disrupções de qualquer espécie ou natureza.
Esse ferramental busca visões, conhecimentos e dados de todos os lados do negócio, uma verdadeira visão 360º, através de coletas e organizações de dados que, após organizados e validados, se tornam informações relevantes para a tomada de decisões. Nesse ponto, entendo que o “conforto” passa por blindar as decisões de emoções, legados e intuições, como bem diz Marcus. É absolutamente equivocado tentar produzir algo diferente fazendo as coisas da mesma maneira, como diz a frase atribuída a Einstein. Aqui, lembro-me de outro clichê antigo: “casa de ferreiro, espeto de pau” ou “santo de casa não faz milagre”, e complemento dizendo que também não colabora para resolver crises.
Num dos momentos mais disruptivos porque passamos, com crises de toda espécie e natureza, as empresas não podem achar que apenas atributos como tempo, oligopólios, monopólios, religião, política e finanças, individualmente, podem preservar a continuidade dos negócios. Mesmo com exemplos claros como Kodak, CCE, Hermes Macedo, Mesbla e tantas outras, continuamos achando ser possível prosperar e sobreviver a crises.
Por fim, espero que Marcus, através da empresa que criou, a DISRUPT – Critical Thinking, consiga trazer ao mercado, de maneira prática, tangível e possível, os elementos e dados organizados por IA disponibilizando aos gestores e C-Levels informações relevantes para seguirem com seus planos estratégicos. Isso desenvolverá consciência situacional em todos os níveis e tornará as estruturas de negócios mais robustas e menos expostas aos efeitos devastadores que eventos disruptivos produzem, além de captar, dentro dessas crises, as oportunidades que elas também podem trazer.
Ricardo Dalbosco
Mentor de marcas pessoais, palestrante internacional, conselheiro de empresas e escritor best seller
A obra trouxe um conteúdo valioso e inédito já que, quando se fala em decisões complexas, vemos no mercado literário muitas publicações com foco apenas na corporação, esquecendo os “CPFs” dos executivos que as tomam e seus medos e crenças limitantes que os acompanham em todo este processo.
Quando olhamos para a carreira desses profissionais, percebemos que a qualidade das decisões impacta na marca pessoal do executivo e é formada por cinco eixos fundamentais na construção da consciência e preparação deste decisor: I) capacidade de gestão de crises, da empresa à sua carreira e família; II) capacidade de correr riscos controlados ou preparados; III) propósito comum com investidores; IV) desenvolvimento de canais eficazes para sua liderança; e V) capacidade de estruturar processos de decisão.
Neste âmbito, a decisão precisa ser encarada dentro das corporações como ciência, sendo parte não apenas de discussão buscando a responsabilização, mas sim dos efeitos motivadores que a causaram, sendo esses pessoais e profissionais. Ressalto assim que este livro teve a capacidade de provocar esta reflexão para que algo estratégico, concreto e prático seja realizado no ambiente corporativo, já que o presenciado em diferentes segmentos é um “show de horrores” com relação a incapacidade de interpretarem o risco como um sistema de proatividade e diferenciação competitiva.
Para isso, é fundamental que a sustentabilidade da empresa e da carreira do profissional comece para sua própria competência de se autoconhecer, pedir ajuda e aumentar sua capacidade de aprendizagem contínua. Essa “tríade” permitirá que o executivo desenvolva um sistema que busque a sua nova perfeição, em um mundo complexo VUCA e BANI repleto de pressões.
É por meio deste alinhamento interno e externo, para brilhar como um líder, inspirar ações e moldar negócios ao crescimento seguro e sustentável, que esta obra nos provoca a refletir e agir, não sendo um risco às organizações e à própria carreira, mas instigando a assumirmos a própria responsabilidade em gerar valor.
Adolfo Sachsida
ex-Ministro de Minas e Energia, e ex-Secretário de Política Econômica
Como decidir? Qual o caminho a percorrer? Perguntas simples, mas que envolvem complexidades e não linearidades. Ao longo de um livro didático, e muito bem estruturado, o autor nos leva a refletir sobre fatores e gatilhos que envolvem nossas escolhas. O livro é um importante guia para auxiliar tanto pessoas comuns como CEO’s de multinacionais na busca pelas melhores decisões. O livro pode também ser utilizado em cursos de graduação e pós-graduação avançados em administração, gestão pública e finanças.
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